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Joana Cristina Pinto

Joana Cristina Pinto

13
Mai20

Ética do Tarot

Joana Cristina Pinto

Este texto surgiu da necessidade de trazer algumas regras a uma área que a nosso ver é extremamente importante e que, por diversas razões, se encontra um pouco deixada a sua sorte. É preciso estabelecer um código de conduta para o Tarólogo e para que o consulente também saiba como pode navegar nesta área onde existe muita oferta (e nem sempre a mais qualificada e com boas intenções). Pelo que aqui ficam estas simples directrizes que esperamos que possam ajudar.

 

Este texto foi escrito e construído com a colaboração da Margarida Neves da página “Margarida Neves – Tarot”.

  • O Tarólogo pode, e deve cobrar pelas suas sessões, mas este valor deve ficar claro logo de início assim como todas as questões que envolvem serviços pagos devem ficar claros antes do início da sessão – não devendo acrescentar serviços que não forem solicitados pelo consulente. O valor deve considerar a duração da consulta assim como a experiência e habilidade o Tarólogo;

 

  • O Tarólogo deve evitar de contactar o consulente posteriormente à sessão com mensagens e outras situações onde promova venda de serviços;

 

  • O Tarólogo não deve fazer sessões caso não se sinta bem, se sinta ansioso ou excessivamente preocupado;

 

  • O Tarólogo pode se recusar a responder a certas perguntas, tais como questões inapropriadas sobre vida alheia, sobre saúde, pois esta é reservada a médicos especialistas e questões das quais não se sinta confortável em responder, e isto inclui também rejeitar uma consulta se não se sentir confortável com a pessoa ou se achar que está a causar dependência nas cartas; 

 

  • O Tarólogo deve evitar reformular perguntas numa tentativa de a resposta agradar ao seu consulente, deve sempre ser verdadeiro com o consulente, objetivo nas suas respostas e evitando respostas pouco claras que acabem por causar mais confusão ao seu consulente;

 

  • O Tarólogo tem o direito de ocultar informação caso se aperceba que esta pode causar um grande sofrimento, como por exemplo a morte de alguém. O Tarólogo não tem direito de causar dor na pessoa somente porque viu algo nas cartas;

 

  • O Tarólogo não deve julgar ou criticar opções sexuais, religiosas ou políticas, nem deixar que isso influencie a sessão por não partilhar das mesmas opiniões. Deve ser totalmente imparcial;

 

  • O Tarólogo tem o dever da confidencialidade, por isso Tarólogo não deve fazer comentários, identificando o consulente, a outras pessoas. Assim como o consulente não tem o direito de falar sobre outros colegas e fazer comentários sobre o mesmo em consultas, sendo assim o Tarólogo não deve fazer comentários sobre leituras dos colegas de forma depreciativa;

 

  • Tarólogo deve informar que as cartas indicam, mas não determinam. O Tarot lê a energia do momento e apresenta a direção que ela se encaminha. Assim sendo o Tarólogo deve informar o consulente das opções e não o influenciar a tomar decisão que achas mais correta, por isso deve respeitar o livre arbítrio do consulente.

 

Joana Cristina Pinto e Margarida Neves

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