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Joana Cristina Pinto

Joana Cristina Pinto

27
Mai20

Reencarnação - 2

Joana Cristina Pinto

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Em sequencia do ultimo post sobre Vidas Passadas e Reencarnação (que podem consultar AQUI) vou explorar mais alguns conceitos que acho pertinentes e interessantes. Hoje irei falar um pouco sobre gravidezes, abortos e nascimento.

 

Ora bem, tal como já falei no últimos post nós escolhemos os nossos pais e consequentemente família. Pois aquelas pessoas em particular podem nos dar a experiencia que nos propusemos a viver. Seja um lar funcional cheio de amor e carinho ou mesmo uma família disfuncional onde somos mal tratados.

 

Nota: Não estou a minimizar ou desculpabilizar os maus tratos, atenção, mas de uma certa forma foi escolha da nossa alma querer passar por essa experiência, muito provavelmente para aprender a amar incondicionalmente e a não responder a esse tipo de energias.

 

Mesmo antes de sermos concebidos fisicamente a nossa alma já acompanha os nossos pais vendo o seu aproximar e esperando pacientemente o momento certo para encarnar. Se por alguma razão os pais escolhidos não se conectarem a alma afasta-se, voltando a esperar o momento certo.

A conexão dá-se, o óvulo e espermatozoide funde-se. A alma passa a acompanhar a gravidez, podendo estar dentro e fora no seu novo corpo. Dai em regressões a vidas passadas as pessoas se poderem lembrar da vida intra uterina. Muitos autores defende que é na altura do parto que a alma prende-se com o corpo físico.

Tal como na vida intra uterina o regresso ao momento do parto também pode ser alcançado através de regressões a vidas passadas. Muitas vezes estas memorias veem devido a algo que se tenha passado e seja importante, algum trauma ocorrido pode ficar gravado na nossa memória energética. Partos traumáticos podem deixar marcas violentas que tem que ser tratadas mais tarde.

 

Até aqui tudo muito bem. E os abortos? São erros? Nem sempre.

Aqui encontram-se várias explicações. A alma desce ao corpo porque só necessita daquele tempo para ascender. E daí o aborto ocorre de forma espontânea. É sempre uma escolha da alma desencarnar.

Em alguns abortos provocados a premissa é a mesma, a alma escolheu aquela situação. Isto pode não ser muito fácil de aceitar, mas é o que tenho lido. Contudo, a alma pode não se aperceber do desencarne provocado e ficar, de alguma forma, presa a aura da mãe, nestes casos deve ser feito um encaminhamento da alma.

Nos abortos provocados pode não haver uma concordância com a alma e esta ser obrigada a desencarnar e vários problemas podem advir desta situação. 

 

Existe ainda outra situação onde pode ocorrer o aborto. Por alguma razão, pode haver algo que faça com que as condições que a alma planeou para encarnar, mudem, e aí ela pode escolher desencarnar, pois as condições não seriam as escolhidas para cumprir a sua missão. Esta alma pode encarnar numa gravidez seguinte da mesma pessoa ou escolher esperar mais tempo por outra oportunidade diferente.

 

Joana Cristina Pinto

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