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Joana Cristina Pinto

Joana Cristina Pinto

09
Jul20

Como fazer o luto de um amor que não se viveu mas que deveria ser o grande amor da minha vida? - Reflexão

Joana Cristina Pinto

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Como fazer o luto de um amor que não se viveu mas que deveria ser o grande amor da minha vida?

Ser consciente e saber ler energia é saber e ver todos os amores e ligações que estão e estavam destinadas e não aconteceram.

É saber ler as linhas (cordões enegéticos) que ligam os destinos mas também saber reconhecer os cortes e bloqueios.
É ver que tudo pode acontecer mas também sentir o que poderia ter acontecido.
É uma dor permanente. Uma frustração constante.


Como me libertar de um amor que não vivi mas que me vem marcado na alma?
Que ainda me assalta os sonhos e me diz: deveria ser assim.
Como desapegar de algo que não tenho?


Serão as energias karmicas a trazer ao de cima? Ou serei eu que ser ler tudo ao mais infino promenor?
Eu peço limpeza, corte e desapego. Porém a energia volta.

A energia que liga almas volta sempre mas tem que haver consciência para não me ligar a energia - perceber as condicionantes físicas e materiais. Perceber que a outra alma tem livre arbitrio e isso tem que ser aceite e respeitado.

Mas dói. Como dói um amor que não se viveu mas que se sente na pele e na alma... 

 

Eu amo-te

Eu respeito-te

Eu perdoo-te e peço perdão

Eu aceito-te tal como és

 

Espero que isto seja suficiente e que ao nível da alma isto seja aceite.

Joana Cristina Pinto

29
Mai20

A cultura tóxica da Alma Gémea

Joana Cristina Pinto

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O meu Divino Masculino e Feminino estão chateados, muito chateados, pelo que cá vai:

Estava eu a ver um video de leitura amorosa no youtube quando a tarologa (leitora, médium, …) disse algo que me deixou visceralmente indignada ao ponto de ter que escrever isto senão engasgava.

 

O que ela disse foi +- isto: “vai casar com a sua alma gémea (twin flame) ou companheiro de alma (soulmate) e terão um filho. Ele vai trata-la muito bem, mas… ele é um traidor, terá problemas com a bebida e mesmo abuso de substâncias. Poderá mesmo se tornar agressivo e fazer asneiras quando abusa da bebida. Mas este casamento (união) terá que acontecer pois o propósito divino é o nascimento de uma criança. Mas se ficar por muito tempo nesta relação ficara com vários problemas psicológicos e emocionais devido a vossa convivência.”

 

Não imaginam o quanto isto me revoltou – mas devem fazer uma ideia senão não estava aqui a escrever isto….

 

NUNCA, MAS NUNCA DEVEM FICAR NUMA RELAÇÃO ABUSIVA SOMENTE PORQUE AMAM ALGUÉM!!!

AMOR NÃO CHEGA!!!

 

Deixem-me repetir…

 

AMOR NÃO É SUFICIENTE PARA MANTER UMA RELAÇÃO. Seja esta uma relação com alma gémea ou não. Não devem ficar nunca! NUNCA!!!

 

Ele vai amá-la e trata-la bem mas “ele é um traidor, terá problemas com a bebida e mesmo abuso de substâncias. Poderá mesmo se tornar agressivo e fazer asneiras quando abusa da bebida….” ???? Ora porra, tenham santa paciência!

 

Isto é tratar bem? Desde quando? Somente por ser alma gémea o outro deve se anular??

Nunca! Almas gémeas, ou mesmo qualquer outro tipo de conexãode alma, podem ser altamente tóxicas e não têm, em momento algum, ficar do lado delas. Não têm. Não têm que lidar com uma vida miserável somente porque amam alguém ou lhe disseram que é divino.

 

Desculpem-se mas que se lixe o Divino!

Ser maltratada é algo divino? Desde quando?

“Ah e tal crescemos com sofrimento e tretas e tal…” – isto até poderia ser verdadeiro a meia dúzia de décadas, mas vejam onde esse pensamento nos trouxe? Estamos evoluídos? Pois claro que não estamos!

 

Há que mudar formas de pensar e de ver as relações! Temos que mudar o paradigma! Temos que pensar de forma diferente se não vamos continuar a ver mulheres (jovens) mortas pelo seu namorado (ambos a estudar psicologia) ou ver um homem a morrer pois não conseguia respirar pois um polícia estava em cima dele ou mesmo pessoas trans a serem mortas porque ousaram a ser elas próprias.

***

A criança tem que nascer? Que se lixe a criança se isso vai causar sofrimento e destruir a pessoa. Eu tenho noção da agressividade daquilo que acabei de escrever, mas não tenham dúvidas que esta cultura, altamente, tóxica da alma gémea é muito mais agressiva.

***

E sinceramente, acho que este é um grande problema – continuamos a alimentar uma ideia altamente arcaíca e tóxica que destrói mais que constrói. E não estamos aqui para sermos destruídos estamos aqui para crescer e evoluir.

 

E por hoje é isto.

Temos que repensar tudo e isso também é válido aquilo que achamos que é certo e sabido.

P.S.- E sim, eu prefiro ficar sozinha e sem filhos que numa relação altamente tóxica e degradante!

 

Joana Cristina Pinto

17
Mai20

Reencarnação - 1

Joana Cristina Pinto

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Este é um tema bastante complexo e difícil de “encaixar” em um post só.

Aviso já que esta é a minha visão, visão esta que fui construindo com as minhas leituras e experiências em terapias e nas Consultas de Vidas Passadas.

Vamos começar pelo conceito, reencarnação consiste na ideia que a alma (espirito, centelha Divina o que quisermos lhe chamar) subsiste a morte do corpo, esta ideia é suportada principalmente pelas religiões orientais, havendo, no entanto, um ramo do cristianismo que também defende a reencarnação. Na história Cristã vemos que depois da morte o corpo deve ser devolvido a terra e a alma vai dar contas a Deus, podendo entrar no Inferno, Paraíso e Limbo e acabou, mas na reencarnação após um tempo a alma pode voltar a encarnar num corpo físico.

Eu não acredito que tenhamos de dar contas a Deus no sentido de que vamos ser julgados, mas isso é conversa para outro post.

Onde íamos? Inferno.. certo.. Inferno é cá na terra e o Paraíso é o reencontro da nossa alma com as almas companheiras com quem partilhamos experiencias e com Mestres e Guias e mesmo Deus(a).

 

Sim, para mim Deus não tem género - é não binário.

 

Quando ascendemos, subimos, voltamos a casa – à nossa forma energética original- todas as memórias passadas e aprendizagens são recordadas, já não existem as limitações da vida terrena, da matétia. Ai podemos fazer uma recapitulação de tudo o que fizemos em relação a tudo o que nos tínhamos proposto fazer antes de encarnar. Já li, inclusive que voltamos a sentir tudo, toda a dor que provocamos e todo o amor que demos. Mas isto faz parte da aprendizagem a que a nossa alma se propôs. Após este período que pode ser curto ou durar séculos escolhemos voltar.

A nossa alma escolhe quando quer voltar a reencarnar, quando se sente pronta para mais um “voltinha”. As condições são igualmente escolhidas por nós, tais com nome, família, pais, forma tudo.. nada é acaso. Tudo é escolhido de forma a termos a experiencia que queremos e precisamos. Não é por acaso que muitos pais dizem que sonham que os filhos lhe vieram dizer o nome que queriam ter. Mesmo os abortos não são um acaso do destino (um tema que pode ser abordado no futuro).

 

Portanto, antes reencarnarmos vimos com um pré plano (podemos lhe chamar missão ou caminho de vida), mas na altura do nascimento a alma entra no corpo (aqui não sei ao certo mas já li que durante a gravidez a alma pode estar no corpo ou fora junto com os pais, ainda não se encontra presa ao corpo físico) perdemos parte ou toda a memoria dessa missão. Por isso, as vezes andamos aqui feitos “baratas tontas” a procura do nosso lugar. Como chegar lá? Meditação, conversar com a alma, aceder a essência. Mas isto já é outro assunto.

 

Muito bem, voltamos com missão pré-estabelecida e esquecemos quase tudo.. Voltamos com a “folha limpa”? ahh não… e todas as “asneiras” que fizemos noutra vida? E todo o mal que causamos? E todas as relações que não curamos? Ah pois é, é aqui que a “porca torce o rabo”. Entra o Karma.

Karma não é punição. Karma nada mais é que lei da reciprocidade. A Vida vira-se para nós e diz: “ai meu filho, fizeste isso? Achas bonito?? Então péra lá que vais ver o quanto dói quando te acontecer a ti…”.. Quando damos Amor, Perdoamos e Libertamos o Karma é curado e a energia transmutada. Quando não o fazemos ele volta connosco sempre e sempre até o fazermos e aprendermos.

 

Podemos trazer memórias de vidas passadas? Sim.

Muitas vezes estas memórias traduzem-se na sensação de Deja Vu. Locais que vai pela primeira vez, mas sente que já esteve ali. Existem até relatos de crianças que se lembram perfeitamente da sua ultima vida, podendo mesmo relembrar da sua morte, nome de familiares,…

Neste post não me vou estender mais. Este tema dá para falar muito. E continuarei a falar nele. Mas deixo aqui uma visão simples da reencarnação. Como se processa.

Joana Cristina Pinto

14
Mai20

Acordos de Alma

Joana Cristina Pinto

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Hoje trago um tema um pouco complexo mas que acho pertinente. Mas antes quero deixar claro que o que vão ler sai inteiramente da minha vida e da minha experiência. Aliás, tudo o que vos transmito nada mais é que a minha visão sobre a vida e sobre a espiritualidade e energia. Sim vou beber a muitas fontes, mas no final, depois de toda a filtragem, somente vêm aquilo que faz sentido comigo e com a minha vida e com aquilo que vivo e experiencio. De outra forma não faz sentido.

 

Acordos espirituais ou acordos de Alma - acordos feitos antes de encarnar que visam a ajuda, ou não, na matéria.

De uma forma simples, são acordos, tratos, entre almas, antes da encarnação que visam fuma interacção, podendo ser positiva ou não. Estes acordos podem ser feitos por amor entre almas ou por paga ou necessidade de fazer algo por uma determinada alma devido ao comportamento, menos positivo, numa vida.

Atenção que isto é diferente de carma ou darma. Isto são acordos entre almas. Feitos aquando da descida para a encarnação. É uma escolha da Alma fazer isto, podendo ou não, ser benéfico para si quando estiver encaranado.

Relembro que quando encarnados, esquecemos tudo, ou quase tudo, do que foi vivido e acordado.

Isto gera um grande problema. O não cumprimento dos acordos.

 

Poucos cumprem os acordos que têm comigo. Muito poucos. A razão não sei. Na verdade nunca me dei ao trabalho de tentar perceber. Simplesmente sinto, de uma forma brutalmente intensa, quando os acordos são quebrados.

Ainda a uns dias isso se sucedeu, e foi a razão de escrever isto. Tentar colocar em papel o que senti e partilhar esta experiência que acredito que poder ser positiva para todos.

 

A pessoa não me devia nada. Nada mesmo. Alguém com quem falei meia dúzia de vezes. Tínhamos um entendimento verbal a cerca de um ano e fui re-confirmar se ainda estaria em pé. É a brutalidade que veio do outro lado foi imensa, e atenção que a pessoa reafirmou o entendimento que tínhamos, mas a energia foi de tal forma bruta, agressiva e superior que as palavras diziam uma coisa e a energia mostrava outra.

A energia que senti foi que me tiraram o tapete e espetaram facas nas costas, assim, sem qualquer aviso ou razão. E eu dei por mim a pensar: “que raio, Joana? Porque estas a ter esta resposta tão física e emocional?” – não tive qualquer resposta. Lá me vim embora e tentei encaixar e processar tudo aquilo que se passou.

Ao início pensei que estaria mais frágil ou emocional. Mas não. Não fazia sentido a minha intuição não me iria falhar assim, se sinto é real. Depois tudo se tornou claro – a pessoa quebrou, brutalmente diga-se, o entendimento entre almas que tinha comigo.

 

Mas como uma pessoa que falei meia dúzia de vezes em décadas poderia ter um contrato com esta intensidade comigo? Parece estranho, mas tinha.

 

Depois de ir confirmar, tive a certeza. Havia contracto e a pessoa quebrou, e foi quebrado mais cedo do que devia, porque eu fui impelida a lá ir fuçar, enfim. Intuição de sensitiva.

Escolheu, não honrar o que estava acertado entre almas. Ainda hoje me dói esse incumprimento. Pois sou eu que tenho consciência da quebra. Fui eu que a senti e fui eu que a entendi.

 

Antes de dormir pedi que me ajudassem a entender melhor o que se passou, e claro que tive a certeza de tudo. A pessoa em questão, apesar de ainda afirmar que me vai “ajudar” ou que sou a “primeira da lista”, nutre um ódio profundo por mim. O que foi mostrado era algo visceral – ao ponto de me tentar amaldiçoar. Tentar. Que fique claro o tentar.



Mas isto terá sido algo criado nesta vida (dada a minha escolha profissional, a minha vida pessoal e familiar)? Algo que vivemos numa vida passada e eu lhe fiz mal? Continua a responder a energias passadas em vez de cumprir o que ficou acordado?

Enfim, as possibilidades são muitas. Eu somente sei que um acordo foi quebrado. Este não foi o primeiro e certamente não será o último.

 

Entre quem estes acordos são feitos?

  • Entre Almas que experienciaram algo;
  • Nesta encarnação podem ser família, amigos ou simples conhecidos;
  • Desconhecidos;

 

Que tipos de acordos existem:

  • Ajuda e cooperação;
  • Amor;
  • Amizade;
  • Mentoria;

 

Mas o que leva a estas quebras?

  • Falta de consciência pessoal, energética e espiritual;
  • Falta de vontade;
  • Maldade;

 

O que acontece quando um acordo não é cumprido?

Fica um vazio. Fica a dor. Fica a falta. Fica uma inércia forçada.

 

Não acredito que isto prejudique o nosso caminho, simplesmente o torna mais árduo e difícil. E certamente que irá gerar karma, aqui sim, a falha gerará karma. A maldade gerará karma. Enfim. Libre arbítrio.

E vocês, já sentiram isto? Já sentiram acordos serem quebrados e ficarem com duas mãos cheios de nada apesar de tudo parecer bem?

Joana Cristina Pinto

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