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Joana Cristina Pinto

Joana Cristina Pinto

15
Jun20

Reencarnação - 3 (Memórias de Vidas Passadas)

Joana Cristina Pinto

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Hoje vou falar um pouco de memórias de vidas passadas e como se podem manifestar.

Tal como falei no 1º post (podem consultar AQUI) existem crianças que nascem com a memória da sua última vida passada, podendo mesmo descrever locais, profissões, relações que teve e mesmo a sua morte. Estas crianças tem que ser acompanhadas por especialistas, não no sentido que estão doentes, mas no sentido que terem ajuda a compreender que aquilo nada mais é que uma memória, que já não são aquela realidade nem devem responder aquela energia.

 

No entanto as memorias podem manifestar-se de diversas formas:

- Conhecimento intuitivo – sabemos, só porque sim, que noutra vida fomos x ou y, sem qualquer terapia ou outro conhecimento. Muitas vezes este conhecimento traduz-se num gosto enorme de uma certa época ou estilo. Ou mesmo sentirmos uma enorme atracção por um local onde nunca fomos. É algo que sabemos mas não conseguimos explicar;

 

- Sonhos – Suponho que esta seja a mais comum, pois ao sonharmos entrarmos no nosso inconsciente e podemos de forma natural aceder a estas memórias, e o que nos parece ser um sonho estranho pode ser uma memória de vidas passadas que deve ser analisada e libertada; os sonhos recorrentes podem, igualmente, ser memórias passadas que necessitam de ser libertadas, através da análise e compreensão (os sonhos podem ser sempre iguais, ou podem mudar, mas a mensagem / cenário / situação é sempre a mesma mas recriada de formas diferentes);

 

- Deja vu – todos já tivemos a sensação que já ter estado naquele sítio, apesar de ser a 1º vez que ali estamos. A sensação de já conhecermos uma pessoa a anos apesar de só termos trocado um olá. Isto nada mais é que um reconhecimento de algo ou alguém de vidas passadas. É a mesma situação de quando embirramos com alguém, não é por mau feitio, mas temos intuitivamente a memória de que aquela pessoa, em vidas passadas, nos fez mal (o que não quer dizer que neste vá fazer o mesmo);

 

- Dons – todos temos dons naturais, seja para cozinhar, cantar, escrever, tocar, desenhar, cuidar de animais, falar.. Estes dons são características que dominamos em vidas passadas. E nesta vida, com nenhum ou pouco esforço, conseguimos dominar; estes dons podem ser, igualmente, indicação da nossa missão de vida;

 

- Fobias e medos – um medo irracional, de água, animais, alturas, nada mais é que uma memória traumática que trazemos de outra vida. Muitas vezes essas memórias estão ligadas a mortes. Por exemplo, se morremos afogados podemos ter um medo irracional e profundo de nadar ou só o “pôr o pé na agua” é algo difícil. A memória fica “gravada” no nosso campo energético. Isto é possível de ser dissolvido com a consciencialização que dê isso nada mais é que uma memoria e não algo que nos esteja a ameaçar no momento.

 

- Flashs e visões – muitos de nós em meditações, ou mesmo do dia a dia, já experimentamos visões, e estas podem ser “cenas” de vidas passadas. Devemos procurar essas mesmas memórias de forma a vivenciá-las e libertá-las, pois assim deixam de acontecer, um pouco como os sonhos recorrentes.

 

- Sinais / marcas de nascença – muitos sinais e marcas de nascença são recordações físicas de um ferimento (podendo ter sido mortal ou não) de uma outra vida. Quando a nossa alma está muito presa ao mundo físico, tendemos a encarnar muito mais rápido, pois não há grande consciência da parte espiritual, e se morremos de um ferimento na cabeça, é muito provável que nasçamos com a marca desse mesmo ferimento. Isto não traz qualquer problema a nossa saúde é simplesmente uma recordação.

 

Textos:

Joana Cristina Pinto

27
Mai20

Reencarnação - 2

Joana Cristina Pinto

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Em sequencia do ultimo post sobre Vidas Passadas e Reencarnação (que podem consultar AQUI) vou explorar mais alguns conceitos que acho pertinentes e interessantes. Hoje irei falar um pouco sobre gravidezes, abortos e nascimento.

 

Ora bem, tal como já falei no últimos post nós escolhemos os nossos pais e consequentemente família. Pois aquelas pessoas em particular podem nos dar a experiencia que nos propusemos a viver. Seja um lar funcional cheio de amor e carinho ou mesmo uma família disfuncional onde somos mal tratados.

 

Nota: Não estou a minimizar ou desculpabilizar os maus tratos, atenção, mas de uma certa forma foi escolha da nossa alma querer passar por essa experiência, muito provavelmente para aprender a amar incondicionalmente e a não responder a esse tipo de energias.

 

Mesmo antes de sermos concebidos fisicamente a nossa alma já acompanha os nossos pais vendo o seu aproximar e esperando pacientemente o momento certo para encarnar. Se por alguma razão os pais escolhidos não se conectarem a alma afasta-se, voltando a esperar o momento certo.

A conexão dá-se, o óvulo e espermatozoide funde-se. A alma passa a acompanhar a gravidez, podendo estar dentro e fora no seu novo corpo. Dai em regressões a vidas passadas as pessoas se poderem lembrar da vida intra uterina. Muitos autores defende que é na altura do parto que a alma prende-se com o corpo físico.

Tal como na vida intra uterina o regresso ao momento do parto também pode ser alcançado através de regressões a vidas passadas. Muitas vezes estas memorias veem devido a algo que se tenha passado e seja importante, algum trauma ocorrido pode ficar gravado na nossa memória energética. Partos traumáticos podem deixar marcas violentas que tem que ser tratadas mais tarde.

 

Até aqui tudo muito bem. E os abortos? São erros? Nem sempre.

Aqui encontram-se várias explicações. A alma desce ao corpo porque só necessita daquele tempo para ascender. E daí o aborto ocorre de forma espontânea. É sempre uma escolha da alma desencarnar.

Em alguns abortos provocados a premissa é a mesma, a alma escolheu aquela situação. Isto pode não ser muito fácil de aceitar, mas é o que tenho lido. Contudo, a alma pode não se aperceber do desencarne provocado e ficar, de alguma forma, presa a aura da mãe, nestes casos deve ser feito um encaminhamento da alma.

Nos abortos provocados pode não haver uma concordância com a alma e esta ser obrigada a desencarnar e vários problemas podem advir desta situação. 

 

Existe ainda outra situação onde pode ocorrer o aborto. Por alguma razão, pode haver algo que faça com que as condições que a alma planeou para encarnar, mudem, e aí ela pode escolher desencarnar, pois as condições não seriam as escolhidas para cumprir a sua missão. Esta alma pode encarnar numa gravidez seguinte da mesma pessoa ou escolher esperar mais tempo por outra oportunidade diferente.

 

Joana Cristina Pinto

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